Quando a dor é maior do que podemos suportar, o amor se torna o melhor caminho para a cura... Aqui você vai encontrar mensagens e testemunho de uma mãe que escolheu o amor para se curar da dor de uma grande perda: seu filho, sua nora e sua pequena neta...
sábado, 21 de setembro de 2013
Semelhantes a Jesus
“Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” 1 Coríntios 3:16, esse é mais um dos ensinamentos que desconhecíamos, se realmente tivéssemos noção de que somos templo de um ser soberano, justo e santo porque é que iríamos insistir em tantos pecados? A nova vida em Cristo traz esse discernimento: que somos templo do Espírito Santo e devemos zelar por esse santuário buscando a santificação. Com a certeza de que somos salvos por Cristo, vem esse desejo e necessidade de ser cada vez mais semelhante a Jesus e é nessa busca por santidade que testemunhamos o Espírito Santo e tornamos o seu templo cada dia mais puro. Você quer tornar-se a casa favorita do Senhor? Um lugar aonde Deus gosta de estar? Continue buscando, orando sem cessar. Sabemos que nossa vida é como um campo de batalha, aqueles que escolhem a Cristo estão em constante luta contra si mesmo! Parece uma árdua tarefa, mas Deus, que é também consolador, diz: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” João 16:33.
Alefe Bahls
quinta-feira, 25 de julho de 2013
ADORAÇÃO E ORAÇÃO
Adoração
A palavra ADORAÇÂO significa
encurvar-se (Ex 20:4 e 5)
Ao contrário do que muitas vezes
pensamos, louvor, adoração e música não são a mesma coisa, apesar de estarem
ligados.
O Louvor é a exaltação, a
glorificação de Deus, é bendizer a Deus pelo que Ele é e por seus feitos (Sl
103, 104).
A Música nasce por causa do louvor, é
um instrumento, uma forma de louvar a Deus.
E a Adoração é a reação de uma pessoa
diante da presença manifesta de Deus, que é onipresente, está em todos os
lugares, mas não presença manifesta.
Então: o louvor através da música
atrai a presença manifesta de Deus e como resultado nós o adoramos, nos
prostramos, nos rendemos diante da presença do único que é digno, o nosso
Senhor Jesus.
Oração
A oração é a oportunidade dada por
Deus aos seus filhos de se aproximarem dele. Por ser uma conversa com Deus , a
oração é o caminho para construir um relacionamento pessoal com o Senhor.
A oração e a palavra de Deus caminham
juntos. Quando oramos nós falamos com Deus e muitas vezes a resposta vem
através da leitura e meditação na bíblia, palavras que Ele mesmo nos deixou
para podermos conhecê-lo e conhecer a Sua vontade.
Através da oração:
- Construímos um relacionamento intimo com
Deus, o que nos permite reconhecer a Sua vontade.(Lc 6:12);
- Colocamos nossas necessidades diante de
Deus. Ele não promete providenciar tudo o que desejamos, mas prove tudo o que
precisamos, pois é um Pai amoroso. (Lc11:9 a 13);
- Somos consolados (Sl 86:4 a 7);
- Podemos vigiar para não cair em
tentação (Mt 26:41);
- Podemos confiar na direção do
Espírito Santo,que nos ensina a orar e que intercede por nós(Rm 8:26).
A resposta de Deus, as vezes parece
diferente do que é esperado ou desejado, ou ainda pode demorar a vir. Ela pode
ser SIM, NÃO ou ESPERE. Nós enxergamos a vida de um ponto de vista limitado e
finito.Só o Senhor é capaz de ver o inicio e o fim de todas as coisas, por isso
sempre devemos orar para que a vontade Dele prevaleça (Mt 6:10).
Thaynara
Cristina da Silva - Santo Antônio da Platina
terça-feira, 16 de julho de 2013
PEDRO – "O DISCÍPULO QUE FUGIU DA VERDADE "
Simão Pedro e outro
discípulo seguiam a Jesus. E este discípulo era conhecido do sumo sacerdote, e
entrou com Jesus na sala do sumo sacerdote. E Pedro estava da parte de fora, à porta. Saiu então o outro discípulo
que era conhecido do sumo sacerdote, e falou à porteira, levando Pedro para
dentro. Então a porteira disse a Pedro: Não és tu também dos discípulos deste
homem? Disse ele: Não sou.” (João 18.15-17).
“E Simão Pedro estava ali, e
aquentava-se. Disseram-lhe, pois: Não és também tu um dos seus discípulos? Ele
negou, e disse: Não sou.
E um dos servos do sumo
sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse: Não te vi eu
no horto com ele?
E Pedro negou outra vez, e
logo o galo cantou.” (João 18.25-27)”
Às
vezes a fuga não é física, mas espiritual, é o que veremos neste e no próximo
capítulo. Pedro seguiu Jesus enquanto Ele era levado preso pelos homens,
portanto, em um primeiro momento ele não
fugiu. Na verdade pouco tempo antes falou que jamais abandonaria Jesus, e no Getsêmani
chegou a cortar a orelha de um soldado para retardar a captura de Cristo. No
entanto, em um determinado momento, cumpriu-se a Palavra de Jesus que previa o
momento em que Pedro o negaria três vezes.
Quando
ali naquele momento tão delicado, foi questionado a respeito de quem era e foi
reconhecido como um dos seguidores do messias, Pedro não titubeou: falou que
não era ele, que nada tinha a ver com o Salvador.
Da
mesma forma em várias situações somos instados a mentir, a fugir da verdade por
medo de sermos reconhecidos como cristãos, como seguidores do Messias. O que
muitas vezes esquecemos que a Palavra fala de quem é o pai da mentira, quem
realmente se beneficia com ela:
“Vós tendes por pai ao
diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o
princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele
profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da
mentira.” (João 8.44)
Para
o diabo, trabalhar com a mentira é um caminho mais fácil, para nos afastar de
Deus. A mentira não é autossustentável e por isso precisa sempre de uma nova e
maior, é uma espécie de ciclo vicioso, abismo chama abismo. Quando você menos percebe
está preso em um emaranhado de intrigas e farsas que dificilmente sairá sem se
machucar e machucar a outros.
No
trabalho, na escola, em casa, não queremos ser medidos e vigiados, queremos
viver à vontade, sem sermos julgados ou analisados. É sabido que quando sabem
que somos crentes, somos olhados de outra forma, somos cobrados a termos uma
postura diferente. Por isso, às vezes, nos acovardamos e escondemos nossa
identidade.
Diz
a Bíblia que quando Pedro negou pela última vez que era seguidor de Cristo,
conforme Jesus havia previsto, o galo cantou e ele lembrou da palavra do mestre
dizendo que o negaria. Diz a Bíblia que Pedro chorou amargamente. Sua vida só
voltaria ao normal depois de encontrar Cristo ressuscitado. Da mesma forma, o
Senhor tem nos sinalizado a respeito de nosso hábito ruim de fugir da verdade,
tem nos mostrado que temos mentido. Deixe o galo cantar em sua vida e
despertá-lo para o erro da mentira e a abandone.
Falar
a verdade, ter uma opinião, tomar decisões, certamente nos definem diante dos
outros. Em um mundo preguiçoso que se guia por estereótipos seria muito fácil o
enquadrarem como careta, fanático ou louco. Aliás, a própria Palavra de Deus
fala deste tratamento que receberemos por causa da nossa fé.
Existe
de fato uma pressão para nos amoldar aos padrões do mundo para falar, vestir,
agir e pensar.
O
nosso desafio é não nos conformarmos com esse estado de coisas:
“Rogo-vos, pois, irmãos,
pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo,
santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados
com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento,
para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”
(Romanos 12.1-2)
Ser
verdadeiro é ser a imagem de Deus, é remar contra a maré, é marcar posição e
encarar a realidade. Ser verdadeiro é imitar o padrão, é viver a própria
essência do Cristo.
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o
caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14.6)
Ser
verdadeiro é experimentar o único caminho pelo qual podemos acessar o Deus pai.
SEJA
VERDADEIRO EM NOME DE JESUS!
sábado, 13 de julho de 2013
JONAS – O PROFETA QUE FUGIU DO CHAMADO
E
veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amitai, dizendo:
Levanta-te,
vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu
até a minha presença. Porém, Jonas se levantou para fugir da presença do SENHOR
para Társis. E descendo a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois,
a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis, para longe da presença do
SENHOR.” (Jonas 1.1-3)
Algumas
características negativas marcam a jornada do profeta Jonas. A primeira foi
achar que era capaz de fazer o seu próprio destino. Às vezes, a fuga se faz de
nossa auto-suficiência, nossa vontade se sobrepondo à vontade de Deus. Deus
havia dado uma clara ordenança para o profeta, no entanto, ele decidiu não
fazer aquilo que Deus o mandou fazer.
Quantas
vezes queremos fazer um projeto e só pedimos para Deus assinar embaixo? Dizemos
que estamos fazendo algo de bom e nem consultamos se Ele quer que façamos
aquilo. O melhor lugar que existe é no centro da vontade de Deus e foi
justamente desse lugar que Jonas fugiu.
Deus
nos criou com um propósito específico e o que Ele nos designou fazer Ele não
quer que ninguém mais faça. Mas nós nos esquecemos desses princípios e
simplesmente queremos ser outra pessoa. Não há nada de errado em se inspirar em
alguém, o problema é quando abdicamos daquilo que é nosso para viver a ilusão
de sermos outra pessoa.
O
que talvez não percebemos a tempo é que Ele vai nos reconduzir para cumprir a
sua vontade, no caso de Jonas foi da pior maneira possível, ele lançou uma
tempestade no navio em que estava e no final de tudo acabou sendo lançado ao
mar e engolido por um peixe. Após três dias o peixe o vomitou aonde Deus o
havia designado estar desde o começo. Saiba então que DEUS VAI FAZER A VONTADE
DELE NA SUA VIDA, QUEIRA VOCÊ OU NÃO, AGORA SÓ DEPENDE DE VOCÊ COMO ISSO SERÁ
FEITO.
No
ventre do peixe ele orou a Deus e o Pai eterno lhe deu uma nova chance. Ele
então proclamou a destruição da cidade de Nínive durante todo o dia. Como fruto
da sua obediência o povo se arrependeu, do mais pobre ao rei buscaram o jejum,
o arrependimento e o Senhor resolveu poupar a cidade. Veja a diferença que
podemos fazer quando somos submissos ao nosso chamado. No entanto, se
continuarmos lendo o livro, veremos que Jonas não ficou satisfeito com o
produto do seu trabalho.
No
fim do livro é revelado o motivo pelo qual ele havia fugido de Deus:
“E
orou ao SENHOR, e disse: Ah! SENHOR! Não foi esta minha palavra, estando ainda
na minha terra?
Por
isso é que me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus compassivo e
misericordioso, longânimo e grande em benignidade, e que te arrependes do mal.
Peço-te,
pois, ó SENHOR, tira-me a vida, porque melhor
me é morrer do que viver.” (Jonas 4.2-3)
Perceba
que ele tentou fugir não por medo ou preguiça, mas por que não queria que a sua
mensagem salvasse aquela cidade. Ele odiava Nínive, pois era um povo pagão,
idólatra, cruel e impiedoso. Ele não queria dar a oportunidade para que eles
experimentassem arrependimento e mudança de vida.
Acreditou
que seria possível serem condenados e destruídos por Deus se não tivessem essa
oportunidade por meio da vida deles.
É
isso mesmo, muitas vezes fugimos de nosso chamado não só por egoísmo, mas
porque não queremos que outros sejam abençoados por nós, cremos que
determinadas pessoas não merecem o perdão de Deus e sua graça salvadora.
Pecaram de forma incorrigível, não são dignos desse acesso.
Precisamos
repensar nossa ação ministerial e entender que somos canais e que o mesmo
trabalho que Deus teve para nos criar e abençoar Ele também teve com essas
pessoas. Se pensarmos em merecimento certamente nenhum de nós jamais teria
acesso a esse benefício.
Ao
final de sua história Jonas ainda receberia uma grande lição de Deus: “E fez o
SENHOR Deus nascer uma aboboreira, e ela subiu por cima de Jonas, para que
fizesse sombra sobre a sua cabeça, a fim de o livrar do seu enfado; e Jonas se
alegrou em extremo por causa da aboboreira.
Mas
Deus enviou um verme, no dia seguinte ao subir da alva, o qual feriu a
aboboreira, e esta se secou.
E
aconteceu que, aparecendo o sol, Deus mandou um vento calmoso oriental, e o sol
feriu a cabeça de Jonas; e ele desmaiou, e desejou com toda a sua alma morrer,
dizendo: Melhor me é morrer do que viver.
Então
disse Deus a Jonas: Fazes bem que assim te
ires por causa da aboboreira? E ele disse: Faço bem que me revolte até à morte.
E
disse o SENHOR: Tiveste tu compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste,
nem a fizeste crescer, que numa noite nasceu, e numa noite pereceu. E não hei
de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive em que estão muitos rebanhos e
mais de cento e vinte mil homens que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda?”
(Jonas 4.6-11)
Deus
fez uma planta que trouxe o benefício da sombra para o profeta, mas durante a
noite Ele a destruiu, Jonas então ficou indignado e compadecido da planta.
Sendo assim, Deus mostrou a ele que Sua compaixão ia além das coisas e se
estendia às pessoas. Jonas dava mais
valor às coisas que lhe traziam algo do que àquelas pessoas perdidas.
O
livro termina com uma pergunta de Deus sem resposta. Não por erro gráfico, mas
por que certamente essa é uma pergunta que serve para cada um de nós responder
hoje. Parafraseando: “Vocês tem compaixão das coisas, por que Eu não posso ter compaixão
das pessoas?” Não fuja de responder essa pergunta hoje.
OS FUGITIVOS - Uma publicação da Igreja Batista da Lagoinha
OS FUGITIVOS - Uma publicação da Igreja Batista da Lagoinha
quarta-feira, 10 de julho de 2013
ELIAS – O PROFETA QUE FUGIU DA OPRESSÃO DO DIABO
Acabe fez saber a Jezabel tudo quanto
Elias havia feito, e como totalmente matara todos os profetas à espada.
Então Jezabel mandou um mensageiro a
Elias, a dizer-lhe: Assim me façam os deuses, e outro tanto, se de certo amanhã
a estas horas não puser a tua vida como a de um deles.
O que vendo ele, se levantou e, para
escapar com vida, se foi, e chegando a Berseba, que é de Judá, deixou ali o seu
servo.
Ele, porém, foi ao deserto, caminho de um
dia, e foi sentar-se debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, e disse: Já
basta, ó SENHOR; toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais.
E deitou-se, e dormiu debaixo do zimbro; e
eis que então um anjo o tocou, e lhe disse: Levanta-te, come.
E olhou, e eis que à sua cabeceira estava
um pão cozido sobre as brasas, e uma botija de água; e comeu, e bebeu, e tornou
a deitar-se.
E o anjo do SENHOR tornou segunda vez, e o
tocou, e disse: Levanta-te e come, porque te será muito longo o caminho.” (1 Reis 19.1-7)
Como que Elias
enfrentou os 400 profetas de Baal e correu de uma mulher? Como pode um mesmo
coração ser usado por Deus e ser acovardado pelo diabo? Como pode?
Depois de uma
grande vitória certamente receberemos ataques do diabo. O que fazemos em Deus vira
notícia muito rápido, servirá como testemunho, mas também incomodará o inferno
e os carnais. O inferno e os carnais não gostam de ver sua vitória.
É mais fácil
tratar com Satanás, mas com os carnais não é tão fácil assim. O mesmo Deus que
o forma na faculdade o insere no mercado de trabalho, você precisa confiar Nele
em todas as etapas desafiadoras de sua vida. Não podemos relaxar após uma
vitória, o diabo jamais descansa.
Por que mensagens
da carne e do diabo nos ameaçam tanto? Esquecemos de todas as promessas do
Senhor. Talvez por falta de intimidade ou falta de conhecimento da Palavra. A
Bíblia tem que
voltar a ser a
Palavra de Deus. Palavras vindas da carne e do inferno não podem ter mais poder
que a de Jesus.
Por que tememos
mais a criação e a criatura do que o criador? Ou confiamos em Deus ou alguma coisa
em nós está muito errada. As pessoas de hoje só usam a Palavra quando convém,
fala-se de tudo
menos de andar
pela fé. Precisamos voltar a viver perseverando na doutrina dos apóstolos. A
Bíblia não é para questionar, mas para viver. Ninguém foge daquilo que é a
vontade de Deus.
Por que às vezes
saímos da cerimônia de vitória e vamos direto para o deserto? “Temendo se
levantou.” Só nos levantamos em duas situações: para fazer a vontade de Deus ou
fugir dela. Fugir nos dá uma falsa sensação de alívio, mas nunca terá a plena paz
no coração. O deserto é lugar de prova, treinamento, tratamento, mas não é
lugar para viver um vencedor. O que você
está fazendo no lugar aonde Deus não lhe chamou? A pior derrota é aquela que sofremos
de nós mesmos.
Temos que dizer
“BASTA!” para o pecado e para o diabo. Dormir e não querer comer não vai
resolver o problema, o que resolve é o arrependimento e a mudança de rota.
Quando levantamos
com o Senhor e para Ele é diferente. O diabo sabe, e por isso temos que agir, depois
que levantamos precisamos comer e beber os alimentos certos para cumprir a
vontade de Deus. Depois da vitória teremos lutas, assim como em uma luta de
boxe, o vencedor que ganha o cinturão passa a ser objeto de adversários que
sempre o chamarão para lutar, pois querem o seu cinturão.
Sempre haverá
alguém querendo desafiá-lo pelo seu título alcançado. Fugir é uma vocação, um
ministério e um chamado do diabo e não dos filhos de Deus.
Cuidado com os
atalhos, atalhos não diminuem o caminho, pelo contrário, aumentam, pois você em
algum momento terá que voltar ao ponto em que desviou para retomar a rota. Se
estivermos fora da vontade de Deus não poderemos experimentar Dele.
Precisamos voltar
enquanto é tempo! Ouça a voz do anjo, meu irmão!
OS FUGITIVOS - Uma publicação da Igreja Batista da Lagoinha
sábado, 6 de julho de 2013
Contando os Nossos Dias
“Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios. (...) Farta-nos de madrugada com a tua benignidade, para que nos regozijemos, e nos alegremos todos os nossos dias. Salmos 90:12 e 14
Os salmos são normalmente associados ao Rei Davi. Mas o Salmo 90 não foi escrito por ele. Foi escrito por Moisés que viveu aproximadamente 400 anos antes de Davi.
Algumas versões da Sociedade Bíblica dão o seguinte título do salmo 90: “A eternidade de Deus e a transitoriedade do homem”. Gosto desse título! Tiago descreve com clareza essa transitoriedade do ser humano quando faz a seguinte afirmação: “Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece” Tiago 4:14.
Eu não sei quantos dias ainda vou viver nessa terra e já aprendi que durante a minha vida não posso escolher as lutas e as dificuldades pelas quais vou passar. Por isso me alegro com o verso 12 do salmo 90 quando Moisés pede:“Ensina-nos a contar os nossos dias”.
Que bom que Moisés tenha feito o seu pedido no plural “ensina-NOS”. Eu também me incluo nessa petição.
Moisés viveu aproximadamente 43.800 dias, mas não creio que foi esse tipo de conta que ele queria aprender. Creio que Moisés estava de fato pedindo a Deus que o ensinasse a reconhecer as bênçãos e as responsabilidades de cada dia. E o propósito disso tudo era “para que alcancemos corações sábios”. Aparentemente Moisés estabeleceu esse como sendo o alvo fundamental para a sua existência: alcançar um coração sábio.
Diante da realidade que a vida nos apresenta (desafios; perguntas; lutas; confusões), buscamos a orientação de Deus para que então possamos discernir (ter a sabedoria de) como e quando agir.
No verso 14 Moisés continua: “Farta-nos de madrugada com a tua benignidade, para que nos regozijemos, e nos alegremos todos os nossos dias”.
A mais profunda fonte de satisfação do crente é a benignidade de Deus. É amor que nunca falha! Em Isaias 54.10 Deus confirma essa verdade quando diz: “Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão abalados; porém a minha benignidade não se apartará de ti”.
Ao contarmos o dia de hoje reconheçamos que “Esse é o dia que o Senhor nos fez. Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!”
Bispo João Carlos
sexta-feira, 5 de julho de 2013
MOISÉS – O LÍDER QUE FUGIU DA RESPONSABILIDADE
“E aconteceu naqueles dias que, sendo Moisés já homem, saiu a seus irmãos, e atentou para as suas cargas; e viu que um egípcio feria a um hebreu, homem de seus irmãos. E olhou a um e a outro lado e, vendo que não havia ninguém ali, matou ao egípcio, e escondeu-o na areia. E tornou a sair no dia seguinte, e eis que dois homens hebreus contendiam; e disse ao injusto: Por que feres a teu próximo? O qual disse: Quem te tem posto a ti por maioral e juiz sobre nós? Pensas matar-me, como mataste o egípcio? Então temeu Moisés, e disse: Certamente este negócio foi descoberto. Ouvindo, pois, Faraó este caso, procurou matar a Moisés; mas Moisés fugiu de diante da face de Faraó, e habitou na terra de Midiã, e assentou-se junto a um poço. “ (Êxodo 2.11-15)11
Moisés ainda jovem vivia as regalias de ser o filho adotivo da filha do Faraó. Debaixo desta perspectiva, em determinado momento, ele sentiu que poderia fazer o que quisesse, que poderia ser o advogado, o juiz e o executor da sentença. Ao ver que um hebreu estava sendo hostilizado por um Egípcio, o seu sangue falou mais alto e ele matou aquele homem. Ao perceber a besteira que fez, ele simplesmente escondeu o corpo na areia do deserto crendo que ficaria impune. No entanto, a notícia se espalhou e o Faraó pediu a cabeça dele, e diante da ameaça, fugiu.
Não são poucas as vezes que achamos que podemos fazer o quiser de nossas vidas, achamos que somos donos dela, que temos que vivê-la conforme nossa vontade e entendimento, aí habitam todos os males. Gostamos das travessuras da vida, mas não de suas consequências. Fugimos de nossas responsabilidades. Foi o que Moisés fez ao tentar esconder o corpo do homem que ele assassinou, tentamos esconder as nossas irresponsabilidades.
Não são poucas as vezes que achamos que podemos fazer o quiser de nossas vidas, achamos que somos donos dela, que temos que vivê-la conforme nossa vontade e entendimento, aí habitam todos os males. Gostamos das travessuras da vida, mas não de suas consequências. Fugimos de nossas responsabilidades. Foi o que Moisés fez ao tentar esconder o corpo do homem que ele assassinou, tentamos esconder as nossas irresponsabilidades.
Em algum momento aquilo que escondemos é trazido à luz, somos expostos e aí tudo fica mais complicado. Procure resolver as trapalhadas antes que você seja exposto.
Ao assumirmos o que somos, precisamos entender que para toda ação na Terra existe uma reação. Que nós temos sim que medir a proporção dos nossos atos de tal maneira que estes produzam bons frutos. Ser responsável é ser capaz de responder pelos seus atos. Responda por suas atitudes, amados. Como tem sido o seu comportamento quando tem que dar satisfação do que você fez. Que tipo de relatório você tem dado para Deus?
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Ao assumirmos o que somos, precisamos entender que para toda ação na Terra existe uma reação. Que nós temos sim que medir a proporção dos nossos atos de tal maneira que estes produzam bons frutos. Ser responsável é ser capaz de responder pelos seus atos. Responda por suas atitudes, amados. Como tem sido o seu comportamento quando tem que dar satisfação do que você fez. Que tipo de relatório você tem dado para Deus?
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