quinta-feira, 30 de agosto de 2018

AVÓ PELA PRIMEIRA VEZ!!!

Quero partilhar a alegria que estou sentindo já há alguns meses desde que recebi a notícia de que vou ser avó de uma linda menininha… Vai ser minha primeira netinha… 
Estou muitooooooo feliz!!!
“Inexplicável a emoção que é quando descobrimos que vamos ser avós“.
Respiro profundamente e penso como tudo está passando rápido demais… parece que foi ontem quando vi o meu filho pela primeira vez… 25 anos atrás. Lembro-me do seu parto… dos meus “medos”… das minhas “ansiedades”… e da minha “alegria” que foi o seu nascimento… uma emoção muito forte que jamais esquecerei. 
A notícia nos apanhou de surpresa, mas encheu nosso coração de uma 
felicidade sem igual. 
Em breve serei avó pela primeira vez!!! E apesar de já me sentir como tal desde que soube da sua existência, mal consigo conter a felicidade e ansiedade para poder olhar seu rostinho, pegar em seu corpinho...
Querida Nina nossa meiga menina... saiba que já é muito amada, e em nós encontrará muito amor, carinho, compreensão incondicionais, pela vida toda...
Você mesmo antes de nascer, já nos trouxe muita felicidade...
Vovó ama você incondicionalmente!!!

Tropeços - Porque todos tropeçamos em muitas coisas. (Tiago 3:2)



Erros, tropeços, falhas… Quantos não os cometem? Ao meditar nessa corretíssima afirmação de Tiago, puder entender mais o significado da palavra imperfeição. Muitas pessoas possuem condições mais favoráveis que outras, tais como: bom senso, maturidade, inteligência, força física, zelo, santidade! Provavelmente por viverem um “pseudo-perfeccionismo”. Isso tende a torná-los críticos e irados ao ponto de perder a paciência com os mais fracos, com aqueles que tropeçam, falham feio e nos comprometem. Entretanto, a grande verdade é que não existe ninguém perfeito: alguém que não erre, que não peque! “Todos tropeçamos em muitas coisas.” Um irmão falha conosco aqui, daí a pouco estamos falhando com o outro lá! Condenamos severamente uma pessoa por algum erro e, algumas horas depois, estamos caindo no mesmo erro! Por que então deveríamos ser tão severos com os outros? Por que ser tão hostis, críticos? Por que deveríamos julgar tanto as debilidades dos mais fracos? Espere. “Mais fracos?” Por acaso existe alguém forte? Existe alguém suficiente para essas coisas? Pois, como disse Paulo: “Portanto, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo” (Romanos 2:1).
Meu caro irmão reflita nessa palavra! Na verdade, como disse um grande santo do passado: “Não há grandes homens de Deus; só há pobres, fracos e patéticos pecadores que têm um grande e misericordioso Deus”. Reconheçamos nossa debilidade e incompetência para com as coisas Deus. Não sejamos sábios aos nossos próprios olhos; não estribemo-nos em nosso próprio entendimento; tampouco julguemos os mais fracos, pois: “Todos tropeçamos em muitas coisas.” Que essa mensagem nos humilhe, quebre nossa arrogância, coloque nossos pés nos chão e nos faça saber que somos pó e não possuímos nada de bom em nós mesmos! Oremos como o salmista: “Faze-me conhecer, Senhor, o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil” (Salmos 39:4).

No amor de Cristo, Paulo Junior.